Cada pessoa tem um diário. Quando você escreve sobre o seu dia e marca quem estava lá, aquela entrada vira memória compartilhada — de vocês, e só de vocês.
Chegamos depois da festa do meu filho. O Caio mostrou o sistema rodando — e a gente ficou até tarde desenhando o que vem depois. Daquelas noites que a gente lembra.
Texto, foto, um momento. É o seu diário — privado por padrão.
Os participantes recebem a entrada. Ela passa a existir no diário de cada um, como memória compartilhada.
Família, os amigos do futebol, a turma do trabalho. Cada círculo é um grupo de relações reais — não uma audiência.
O problema das redes de hoje não é excesso de conexão. É excesso de plateia.
No CIRCLE não existe “nota pública” de uma pessoa. Existe a sua experiência com alguém, registrada de você para essa pessoa, e o histórico dela ao longo do tempo. Cada experiência nova é uma nota nova; nenhuma nota antiga é editada. É um freio contra a nota impulsiva — e um retrato honesto de como uma relação evolui.
Você está avaliando a sua experiência de hoje com o Rafa. As anteriores continuam no histórico ao lado — intactas.
🔒 Depois de registrada, a nota não pode ser editada nem apagada. Só uma nova experiência muda a média.
Um estabelecimento também tem um diário — mas quem escreve nele são os clientes que estiveram lá de verdade, para os seus círculos. Nada de estrela anônima de estranho. Você vê a experiência de quem você conhece, e quem você conhece vê a sua.
Para o comércio, é a recomendação que sempre funcionou — o boca a boca — finalmente com registro. E é aqui que o CIRCLE se sustenta: o plano do estabelecimento, não a atenção do usuário.
Conta simples, telefone ou e-mail.
Quem você é para quem te conhece — não para o algoritmo.
Relações reais, confirmadas pelos dois lados.
A entrada do dia, com participantes e mídia.
A entrada vira memória compartilhada com quem estava lá.
Os conjuntos de relações que organizam a sua vida.
A nota 1→1 com histórico não editável.
Construir não é o difícil. O difícil é encher. Cem pessoas usando por um mês decidem tudo.
O modelo de dados já está desenhado — software puro, sem hardware, sem dependência externa além de um banco relacional.
Em laranja, o que a V1 precisa. O resto entra na V2 (diário comercial) e V3 (monetização).
Cadastro, perfil, amigos, diário, memória compartilhada, círculos, avaliação básica. A prova: 100 pessoas, 30 dias.
Estabelecimentos, experiências registradas por clientes reais, “3 amigos seus já estiveram aqui”.
Plano do estabelecimento. O usuário nunca é o produto — é a razão de o estabelecimento pagar.
Diga como você chegaria ao CIRCLE. A gente te chama quando a V1 abrir.